Toy Story 5 estreia hoje no Brasil e mira bilheteria recorde da franquia
A animação Toy Story 5, da Pixar e Disney, chega aos cinemas brasileiros nesta quarta-feira (18), com projeções de arrecadar US$ 275 milhões em sua estreia mundial — o maior valor de abertura da história da franquia. O filme traz de volta Woody, Buzz Lightyear e Jessie em uma aventura inédita que coloca os brinquedos contra a tecnologia.
Enredo centrado em Jessie
Pela primeira vez na saga, a protagonista é Jessie. O longa se passa sete anos após Toy Story 4 e apresenta um novo conflito: Bonnie, agora mais velha, perde o interesse pelos brinquedos tradicionais após ganhar um tablet chamado Lilypad. Os brinquedos embarcam no que pode ser sua missão mais difícil — reconquistar a atenção da menina em um mundo cada vez mais digital.
Elenco e direção de peso
Andrew Stanton, responsável por clássicos como Procurando Nemo e WALL-E, dirige o longa ao lado de McKenna Harris. Tom Hanks retorna como Woody, Tim Allen como Buzz Lightyear e Joan Cusack como Jessie. O elenco de vozes inclui ainda Anna Faris, Ernie Hudson e Conan O'Brien.
Projeções apontam para recorde de bilheteria
Projeções do site especializado Deadline indicam que o filme deve arrecadar cerca de US$ 140 milhões em seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos, superando os US$ 120,9 milhões de Toy Story 4, em 2019. No cenário global, a estimativa é de US$ 275 milhões na abertura, com distribuição em 4.425 salas nos EUA e presença em 87% dos mercados internacionais.
Recepção da crítica
No Rotten Tomatoes, Toy Story 5 registra 93% de aprovação — nota inferior aos filmes anteriores da franquia, todos acima de 95%, mas ainda assim uma das melhores avaliações entre os lançamentos de 2026.
Mercado aquecido para o cinema
A estreia de Toy Story 5 acontece em um momento aquecido para o cinema norte-americano, que acumula quase US$ 1,6 bilhão em bilheteria no ano — o melhor desempenho desde 2019. Ainda assim, o filme deve ficar abaixo do recorde absoluto da Pixar, estabelecido por Divertida Mente 2, que abriu com US$ 384 milhões globais em 2024.