
"Heterocromia": o poema de Neylton Almeida que entrelaça Drummond, trabalhismo e a Bahia digital
Numa manhã de domingo em São José dos Campos, uma busca despretensiosa no Google levou à redescoberta de um texto que cruza poesia, história partidária e transformação digital: “Heterocromia”, obra do escritor e empreendedor social baiano Neylton Almeida. Com 12 estrofes carregadas de simbolismo, o poema nasce como analogia a “Eu Vi”, de Carlos Drummond de Andrade, e propõe uma reflexão sobre pertencimento, resistência e os caminhos da democracia brasileira desde a redemocratização.


